O juiz João Bosco Soares da Silva revogou nesta terça-feira (17) a prisão preventiva do policial civil Leonel Constantino de Arruda, preso em flagrante no dia 6 de maio após matar com um tiro na nuca Anderson Conceição de Oliveira na Avenida Prainha, em Cuiabá.

O magistrado dispensou o uso de tornozeleira eletrônica, aplicando como medidas cautelares comparecer a todos os atos processuais e ainda comunicar a qualquer mudança de endereço. 

O episódio aconteceu por volta das 9h40 do dia 6 de maio. A vítima Anderson Conceição de Oliveira compareceu a Central de Ocorrências para registrar um boletim de ocorrência por extravio de documentos.

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Em checagem ao sistema, foi descoberto que o homem tinha um mandado de prisão em aberto e estava foragido da Justiça por participação em um assalto. Ao receber voz de prisão, decidiu sair correndo do local, quando foi perseguido pelo policial civil que veio a efetuar um disparo na cabeça em plena via pública.

Com o tiro na nuca, a vítima morreu na hora. A Delegacia de Homicídios realizou o primeiro atendimento no local e acionou a Corregedoria da Polícia Civil.

Na semana passada, a juíza Renata do Carmo Evaristo Parreira havia convertido a prisão em flagrante em preventiva. No período em que permaneceu detido, o policial civil Anderson Conceição de Oliveira permaneceu no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) por possuir nível superior.

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