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Um homem acusado de matar a própria sobrinha, de 9 anos, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, em 2014, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Militar na BR-101, em Joinville (SC), nessa segunda-feira (11). Diogo Oliveira Dias Luz, de 28 anos, se apresentou com um documento falso no nome de ‘Eduardo’, mas foi descoberto após checagem da polícia.
Diogo foi condenado, em 2016, a 17 anos e dois meses de prisão por homicídio duplamente qualificado, quando há intenção de matar. Durante o julgamento, ele confessou ter agido por vingança.
Apesar da condenação, o mandado de prisão estava em aberto. O acusado, segundo a polícia, também é um dos líderes de uma facção criminosa em Mato Grosso mais procurados no estado.
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Caminhonete usada pelo acusado foi apreendida pela PRF — Foto: PRF
De acordo com a PRF, Diogo dirigia uma caminhonete com placas de Rondonópolis. Ao ser abordado, ele se apresentou como Eduardo e disse à polícia que saiu de Campinas (SP) com destino a Balneário Camboriú.
No entanto, em consulta aos sistemas, os agentes verificaram que o documento usado pelo motorista era falso.
Segundo a PRF, foi verificado que Diogo também é apontado como integrante de facção criminosa e estava foragido.
Ele foi encaminhado à Polícia Federal de Joinville onde, além do cumprimento do mandado de prisão, deve responder pelo crime de falsidade ideológica.
Assassinato da sobrinha
Kaliny Souza dos Santos, de 9 anos, foi morta a tiros enquanto dormia com a mãe em casa, em Rondonópolis. A irmã dela e também sobrinha do acusado, que tinha cerca de 1 ano na época, também foi atingida pelos disparos, mas sobreviveu.
A mãe de Kaliny disse, à época do crime, que três homens armados entraram na casa pela porta dos fundos usando capacetes.
Eles teriam ido direto para um dos quartos, onde as crianças dormiam, iniciando uma série de disparos. O alvo dos criminosos seria o padrasto da criança, que se escondeu em um banheiro quando percebeu o que estava acontecendo.
Em depoimento à Polícia Civil, a mulher relatou que o pai da filha mais nova morreu durante um assalto na cidade e Diogo, que era irmão dele, não gostava do atual marido dela e teria ele como alvo.
O padrasto de Kaliny chegou a ser detido após ir armado ao velório da enteada.
Além de Diogo, Ricardo Junior Vieira Gonçalves, que também teria participado do assassinato, foi condenado a 18 anos de prisão, também por homicídio qualificado.
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JL Notícias