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A empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, foi assassinada por estrangulamento com o uso de um lacre plástico, conhecido como “enforca-gato”, em Cuiabá. O crime foi confessado pelo companheiro dela, Jackson Pinto da Silva, de 38 anos.
Segundo a delegada Eliane da Silva Moraes, responsável pelo início das investigações, a vítima foi imobilizada antes de ser morta. “Ela estava com os pés amarrados, os braços também e no pescoço com o lacre. Na verdade, ele enforcou ela com o 'enforca-gato'”, afirmou.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu entre a noite de domingo (3) e a madrugada de segunda-feira (4), em uma residência do casal. Após o assassinato, o suspeito ocultou o corpo em um buraco de aproximadamente dois metros de profundidade, nos fundos de uma outra casa alugada, no bairro Parque Cuiabá.
O corpo foi encontrado na tarde desta terça-feira (5), enrolado em um lençol, e precisou ser retirado com o auxílio de maquinário pesado devido à profundidade da escavação.
Ainda conforme a delegada, a motivação do crime estaria relacionada a conflitos no relacionamento. O suspeito relatou que vivia com a vítima há cerca de 11 anos e que as brigas teriam se intensificado após ele ter um filho com outra mulher.
“Ele disse que perdeu a cabeça. Estava tendo atrito com ela por conta disso, e esse foi o motivo das discussões”, disse.
Após cometer o crime, Jackson tentou despistar a polícia ao registrar o desaparecimento da companheira e alegar que estaria sendo vítima de extorsão. O caso começou a ser investigado pela Delegacia de Estelionatos, onde a ocorrência foi inicialmente registrada, mas agora passa a ser de responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O corpo da empresária passou por perícia, que deve apontar com precisão o horário da morte.
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JL Notícias
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