Dois trabalhadores ficaram feridos após sofrerem uma descarga elétrica enquanto realizavam manutenção em rede elétrica no assentamento Jonas Pinheiro, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, nesta terça-feira (17). Segundo a enfermeira que participou da ocorrência, Kayline Konrat, uma das vítimas precisou de atendimento imediato, enquanto a outra teve ferimentos leves.

Segundo a enfermeira, o atendimento inicial foi realizado pelo Corpo de Bombeiros, que se deslocou por terra para o local do acidente, mas ao chegar foi informada de que as vítimas já haviam sido levadas por terceiros ao pronto atendimento de Vera, a 486 km de Cuiabá.

O serviço de emergência, no entanto, manteve contato com o hospital e enviou uma equipe com enfermeira e apoio aéreo do helicóptero Águia para acompanhar o atendimento e agilizar a transferência da vítima mais grave para Sinop, a 503 km de Cuiabá.

Publicidade
Publicidade

Leia Também:

Em nota, a Energisa, empresa responsável pela distribuição de energia no município, informou que a manutenção estava sendo realizada em uma rede particular e que os profissionais são de uma empresa privada e, portanto, não fazem parte do quadro de funcionários da empresa.

Ainda conforme a enfermeira, ao chegar no pronto atendimento, a vítima grave já estava estável e que o hospital de Vera assumiria o transporte até Sinop. A outra vítima também apresentava quadro estável.

Os militares informaram que não foi possível confirmar se os trabalhadores estavam utilizando os equipamentos de proteção individual (EPIs) no momento do acidente. Entretanto, a importância do uso adequado desses equipamentos em atividades de risco, como trabalhos em altura e com eletricidade, foi reforçada pela equipe de resgate.

O Corpo de Bombeiros afirmou que, com o apoio do helicóptero e da equipe de Vera, o deslocamento que poderia levar até uma hora e meia foi reduzido para cerca de 20 a 30 minutos. O caso segue sendo monitorado pelas autoridades, e a transferência da vítima mais grave para Sinop deve ocorrer assim que houver liberação médica.

FONTE/CRÉDITOS: g1mt