A empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo, que tinha sido presa em dezembro de 2023 por suspeita de ser a mandante do assassinado do advogado Ricardo Zampieri, compareceu na manhã desta segunda-feira (26) na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá para pegar suas armas de fogo, que tinham sido apreendidas.

Maria Angélica tinha sido presa no dia 20 de dezembro, acusada de ser a mandante do crime, e acabou solta no dia 18 de janeiro, por falta de provas. Na sexta-feira (23), o juiz Wladymir Perri, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, determinou a remoção da tornozeleira eletrônica e a devolução de todos os objetos dela que foram apreendidos pela Polícia Civil.

Durante a tarde, Maria Angélica irá ao Fórum de Cuiabá para fazer a retirada dos celulares, sendo um iPhone e um Motorola, e também vai até a Central de Monitoramento para retirada da tornozeleira. Nesta terça-feira (27) ela vai voltar para Patos de Minas (MG), onde mora com a família.

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Investigação

Inicialmente, a Polícia Civil acreditava que a empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo seria a mandante do crime. Ela chegou a ser presa no dia 20 de dezembro e passou um mês reclusa na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, antes de ser liberada por falta de provas.

Até o momento, três pessoas seguem presas pelo crime. São eles: o suposto financiador, o coronel do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas; suposto executor, Antônio Gomes da Silva; e o suposto intermediário, Hedilerson Fialho Martins Barbosa. Eles já se tornaram réus pelo homicídio. 

Recentemente, a Polícia solicitou mandado de prisão contra um casal de fazendeiros para apurar suposta participação no crime.

FONTE/CRÉDITOS: rdnews