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Maquinários e balsas usadas em um garimpo ilegal foram destruídos durante a Operação Logging, deflagrada pela Polícia Civil na última semana que terminou nessa segunda-feira (23), em Colíder e Peixoto de Azevedo (MT). A ação causou um prejuízo estimado de R$ 3,5 milhões aos criminosos.
Um homem foi preso em flagrante e a polícia ainda trabalha no levantamento completo das multas administrativas aos responsáveis, o que pode aumentar o impacto financeiro da operação.As atividades aconteciam sem qualquer licença ambiental, o que corroborou com os indícios de ilegalidade, segundo a polícia.A fiscalização encontrou sete pontos de extração de minérios em terra, e os responsáveis fugiram do local. Com isso, a polícia apreendeu dois motores utilizados nas atividades ilegais.
Já no Rio Batistão, a equipe destruiu três balsas de garimpo.
No local, diversos danos ambientais foram constatados, como por exemplo:
degradação de Área de Preservação Permanente (APP);
intervenções irregulares em cursos d’água;
travessia de veículos em leitos de rios;
armazenamento de combustível em solo desprotegido;
lançamento de rejeitos diretamente em rios.
Ao menos dez autos de inspeção foram emitidos, assim como cinco de embargo e interdição, quatro autos de infração, duas notificações, quatro termos de apreensão, quatro de depósito e um termo de doação de combustível.
Todas as áreas de exploração ilegal foram embargadas, e os responsáveis identificados estão sendo autuados conforme a legislação ambiental.
Operação destrói garimpo ilegal e causa prejuízo de R$ 3,5 milhões em MT
Maquinários e balsas usados em um garimpo ilegal foram destruídos durante a Operação Logging, realizada pela Polícia Civil ao longo da última semana e concluída nesta segunda-feira (23), nos municípios de Colíder e Peixoto de Azevedo, no norte de Mato Grosso. O prejuízo estimado aos criminosos chega a R$ 3,5 milhões.
Um homem foi preso em flagrante. A polícia ainda finaliza o levantamento das multas administrativas, o que deve aumentar ainda mais o impacto financeiro da operação. As atividades funcionavam sem qualquer tipo de licença ambiental.
Durante a fiscalização, foram encontrados sete pontos de extração de minérios em terra, onde os responsáveis fugiram ao perceber a chegada da equipe. Dois motores foram apreendidos. No Rio Batistão, três balsas de garimpo foram destruídas.
No local, diversos danos ambientais foram constatados, entre eles:
degradação de Área de Preservação Permanente (APP);
intervenções irregulares em cursos d’água;
travessia de veículos pelo leito de rios;
armazenamento inadequado de combustível;
despejo de rejeitos diretamente nos rios.
Foram emitidos 10 autos de inspeção, 5 de embargo e interdição, 4 autos de infração, além de notificações, termos de apreensão e um termo de doação de combustível. Todas as áreas exploradas ilegalmente foram embargadas, e os responsáveis identificados estão sendo autuados conforme a legislação ambiental.
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JL Notícias
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