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O delegado Nilson Farias, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, deve indiciar três pessoas pelo homicídio do advogado Roberto Zampieri, ocorrido no Bairro Bosque da Saúde, em dezembro do ano passado. São eles os supostos financiador, o coronel do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas; executor, Antônio Gomes da Silva; e intermediário, Hedilerson Fialho Martins Barbosa do crime.
Segundo o delegado, para o indiciamento dos três, já existem provas testemunhais e técnicas de que eles participaram do crime. O inquérito deve ser concluído até o dia 5 de fevereiro. “Hoje tem elementos para o indiciamento desses três", afirma autoridade policial.
Antônio Gomes da Silva, o coronel do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas e Hedilerson Fialho Martins Barbosa seguem presos em Cuiabá
Já a empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo, que foi apontada como mandante do crime, não deve ser indiciada no momento. Ela foi solta em 18 de janeiro pelo juiz do Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá, João Bosco Soares da Silva, por "falta de provas".
“Hoje eu não tenho elementos para indiciar ela. Hoje eu não indicio ela, não tenho convicção da participação dela [no crime], mas não quer dizer que não vai ser investigado”, conclui o delegado.
O caso
O advogado Roberto Zampieri deixou o escritório de advocacia em que trabalhava e, ao entrar no seu veículo, um Fiat Strada, foi surpreendido pelo assassino, no dia 5 de dezembro. Os agentes policiais informaram que foram disparados cerca de 10 tiros na direção do advogado.
Nas gravações, obtidas por meio de câmeras de segurança de empreendimentos da localidade, é possível ver que o assassino cometeu o crime com o rosto descoberto, usando uma caixa para abafar o som, e que ele fugiu a pé.
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