O senador Carlos Fávaro (PSD), admitiu que poderá se licenciar do cargo para ser o coordenador da campanha do deputado federal, Neri Geller (PP), caso este consiga viabilizar sua candidatura ao Senado Federal. A afirmação foi dada na manhã desta segunda-feira (7) durante entrevista à rádio Capital.

“Posso me licenciar e ajudar sim na coordenação da campanha do Neri Geller. Tive o apoio dele na última disputa e não vejo dificuldade em apoiá-lo. Essa é uma decisão que será mais tomada a frente”, disse, completando que seu afastamento só será sacramentado após tramitação da PEC da redução do preço dos combustíveis. Com a saída, assume a 1ª suplente, a empresária Margareth Buzetti (PP).

“Se a PEC tramitar, se o projeto de regularização fundiária que eu sou relator entrar para votação, se o meu projeto de atualização do código penal contra difamação e injúria. Se esse conjunto de ações tiver encaminhamentos no Senado, não há problema nenhum, em junho ou julho eu me licenciar. A Margareth é competente e tem assuntos importantes para trabalhar. Enquanto isso eu posso ajudar na campanha do companheiro político Neri. Mas vou decidir isso lá na frente", disse.

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Favaro também disse considerar normal tratativas do setor do agronegócio com o ex-presidente Lula (PT), que deverá disputar novamente a presidência da República.

“Foi uma conversa para discutir demandas de Mato Grosso, o que é absolutamente democrático. Houve uma conversa informal do sementeiro Carlos Augustin que já tem amizade com o Lula. Ele me relatou que foi uma discussão a respeito das necessidades de Mato Grosso. Se o Lula for eleito presidente, já tem uma ponte de diálogo construída com Mato Grosso”.

Ele também reafirmou que caso o governador Mauro Mendes (DEM) dispute a reeleição, terá o seu apoio. “Se o Mauro Mendes for candidato à reeleição tem nosso apoio. Está cumprindo uma boa gestão com equilíbrio fiscal, retomada da capacidade de investimentos e levando o serviço do Estado até a ponta. Mas, o primeiro passo tem que ser dado pelo governador que até o momento não definiu nada”, concluiu.

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FONTE/CRÉDITOS: ODocumento